Quero deixar claro, que tudo que coloco em meu blog, são achados de outros blogs, que por sinal me encantam e me identifico com eles, portanto vcs vão achar um pouquinho de cada uma dessas coisas que posto aqui, nesta lista de blogs aí do lado...
a seguir um textinho lindo do blog : http://www.cadernodapoetisa.blogger.com.br/
Enlevo
Eu olho você grande e distante e da sua grandeza me comovo e da sua distância me revolto. Olho de novo. Procuro reter em minhas mãos sua figura mas ela gesticula, oscila e cresce e numa inconstância distraída no instante exato por trás da vida desaparece. Um desacato. Do meu desaponto eu me levanto pra levar embora outro desencanto mas você me divisa e então me chama. Me aguarda, reclama e me convida e minha vida nessa ansiedade por fim entrego. E nesse amor feito de espuma colorida nós flutuamos: você borbulha, eu escorrego, ensaboados, você explode, eu me desintegro. (Flora Figueiredo)
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 22h55
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"Milhões de pessoas que gostariam de ganhar a imortalidade não sabem o que fazer consigo mesmas em uma tarde chuvosa de domingo".
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 22h48
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Boa semana pra vc's! Um beijo no coração de cada um!

Escrito por †Ëssênciå då morte† às 01h58
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BRINCADEIRA DE ADOLESCENTE
E daí se não sei falar de amor? Não sei, não sei amar Nunca amei E ás vezes penso “quando?”
E daí se não escrevo mais de amor? Se cansei não sei, apenas acho q as palavras ficam guardadas A gente usa conforme sente Não sinto, não escrevo Não transcrevo pro papel Algo q o coração não pulsa
Falar de amor não é amar No entanto a palavra amor Não foi feita pra brincar Demoro sim p dizer “eu te amo” Demoro sim pq aprendi E agora há esse muro forte na minha volta E eu não sei se gosto, Mas fui eu q construí
Portanto pegue seus segredos, Suas armadilhas, seu veneno, Frases feitas, Beijos no ombro, Palavras ao pé do ouvido Leve seu jeito de subir o meu vestido De me embriagar de alegria, Me fazer sentir esse frio quente Essa felicidade inconseqüente Parta com suas mãos, seus dedos Sua nuca, seu cabelo Peito, pernas, olhos Parta com a meia-luz A música q abafa a nossa música Parta com seus convites Seus pedidos de perdão Nossos táxis compartilhados, Diálogos abafados Saia daqui e leve junto As cartas q escrevi O ciúmes q me consumou As noites q te encontrei As páginas q eu rasguei Cenas de filme q te trazem Vinícius, Chico e outras canções A idéia de que é possível De q vai dar certo A vergonha que sinto De saber q não é amor De que não é tempo De que nós somos tão jovens
E, no entanto Somos jovens E jovens é q deveriam saber o q é amar Isso porque tem fogos de artifício dentro do peito E sentem dores e amores como ninguém mais sabe sentir De um jeito melodramático Como quem gosta de se ferir
E, no entanto Eu gosto das suas mentiras sinceras Eu caio por querer nas suas armadilhas Eu me enveneno sem saber o antídoto Eu já decorei as suas falas Eu deixo o ombro descoberto E ofereço o meu ouvido Eu adoro aquele vestido Eu adoro beber tuas palavras Eu adoro esse teu calor gelado E essa alegria sem saber do amanhã Eu gosto do jeito com q me toca E gosto de empurrar o teu peito caso brinque comigo E passar as unhas no teu pescoço e no teu cabelo Sentir o peso do teu corpo no meu Sentir o peso dos teus olhos nos meus Eu ajudo a acender a luminária E apagar a luz principal Ou simplesmente fecho a janela Caso lá fora faça dia de sol Eu adoro a melodia das canções q você grava E adoro a melodia das coisas q você fala Eu gosto quando você pede pra eu vir Pra ficar mais um pouco Pra dormir junto E me desfaço se escuto tu pedires “desculpe” Eu mesma chamo o táxi E respondo baixinho as coisas q você quer ouvir Eu gosto de escrever essas cartas Que eu não envio E eu não controlo esse ciúme quando ele aflora Eu sonho porque a alma sabe das coisas E jogo fora as tolices que escrevi Porque são tolices Eu gosto de nos ver na tela do cinema E de ouvir “meu corpo é testemunha do bem q ele me faz” E poder sorrir, pq traduz o q nós passamos E o que eu vou fazer se eu sinto? E o que eu vou fazer se eu penso? E o que eu vou fazer se eu não fui feliz? E quem é feliz afinal de contas?
Não tive amores, sei Você teve amores? Não, não teve Teve alguém em algum momento Mas não foi intenso como é comigo Essa química entre o suor e a língua Esse diálogo que parece fala decorada Improvisada, improvisada Formando bom espetáculo Aplaudido por nós dois Dois corpos cansados, depois E fica um pouco de carinho E tem um tanto de respeito E eu sei que mais nenhuma é assim Eu sei e você sabe Porque acontece comigo também, E não há o que falar Os sentidos se entendem entre si E a lembrança se transmite com o olhar
Não é amor, é claro Eu não sei falar de amor Eu nunca amei Eu não sei amar Eu sou muito garota Você é muito garoto E o que passa entre a gente, Brincadeira de adolescente

Escrito por †Ëssênciå då morte† às 01h02
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Que aqueles que nos amam...
Nos amem...
E os que não nos amam
Que Deus mude seus corações;
E , se ele não mudar seus corações...
que ele torça seus tornozelos...
Para que os reconheçamos ,
porque mancam.
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 01h00
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Uma jovem mariposa de corpo frágil e alma sensível voava ao sabor do vento certa tarde, quando viu uma estrela muito brilhante e se apaixonou.
Voltou imediatamente para casa, louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor, mas a mãe lhe disse friamente: que bobagem! As estrelas não foram feitas para que as mariposas possam voar em torno delas. Procure um poste ou um abajur e se apaixone por algo assim; para isso nós fomos criadas.
Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar o comentário da mãe e permitiu-se ficar de novo alegre com a sua descoberta e pensava: que maravilha poder sonhar!
Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar, e ela decidiu que iria subir até o céu, voar em torno daquela luz radiante e demonstrar seu amor. Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada, mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal. Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho, iria terminar chegando à estrela, então armou-se de paciência e começou a tentar vencer a distância que a separava de seu amor.
Esperava com ansiedade que a noite descesse e, quando via os primeiros raios da estrela, batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.
Sua mãe ficava cada vez mais furiosa e dizia: estou muito decepcionada com a minha filha. Todas as suas irmãs e primas já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpadas! Você devia deixar de lado esses sonhos inúteis e arranjar um amor que possa atingir.
A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia, resolveu sair de casa. Mas, no fundo, como, aliás, sempre acontece, ficou marcada pelas palavras da mãe e achou que ela tinha razão.
Por algum tempo, tentou esquecer a estrela, mas seu coração não conseguia esquecer a estrela e, depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido, resolveu retomar sua caminhada em direção ao céu.
Noite após noite, tentava voar o mais alto possível, mas, quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado e a alma mergulhada na tristeza. Entretanto, à medida que ia ficando mais velha, passou a prestar atenção a tudo que via à sua volta.
Lá do alto podia enxergar as cidades cheias de luzes, onde provavelmente suas primas e irmãs já tinham encontrado um amor, mas, ao ver as montanhas, os oceanos e as nuvens que mudavam de forma a cada minuto, a mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela, porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.
Muito tempo depois resolveu voltar à sua casa e aí soube pelos vizinhos que sua mãe, suas irmãs e primas tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas, destruídas pelo amor que julgavam fácil.
A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela, viveu muitos anos ainda, descobrindo que, às vezes, os amores difíceis e impossíveis trazem muito mais alegrias e benefícios que aqueles amores fáceis e que estão ao alcance de nossas mãos.
Isso nos faz valorizar o amor e lutar pelos nossos sonhos, porque sabemos que é a realização deles que nos faz feliz.
O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar, e correr o risco de viver seus sonhos.
Autor desconhecido
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 00h40
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Eis que o passado decide com toda força vir a tona, e bagunça tudo aquilo que já estava tão guardadinho, que maldade não é mesmo? O que fazer então... Fugir? Pra onde? Como? Sozinha? Mas e ele, será que ele vai correr atrás de mim? Não... Ele corre de mim...
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 00h32
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Por que?
Porque isso acontece? Porque meu coração não te esquece? Porque a incerteza por ti permanece? Por que, por que, por que?
Por que você não sai do meu pensamento? Por que penso em você a todo momento? Por que vivo constantemente nesse tormento? Por que, por que, por que?
Por que você é assim? Por que vive sempre dentro de mim? Por que me faz sofrer tanto assim? Por que, por que, por que?
Dúvidas, angustias, conflitos, sofrimento, Decepções, dores, lembranças, ressurgimento, Divergências, amor, emoções, sentimento, Por que, por que, por que?
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 00h20
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Maldição
Maldito sejas tu que eu encontrei na vida, como se não bastasse a tormenta sofrida sem culpa e sem perdão; por tudo o que eu quis ser e que alcançar não pude; por toda essa amargura e toda essa inquietude da minha solidão.
Maldito sejas tu, pelas noites sem sono, pelos dias sem sol e as horas de abandono, de tristezas sem fim... Pelo amor que esbanjei, generosa, às mãos-cheias, e apenas vi florir pelas searas alheias e nunca para mim. Pelos passos que dei sem rumo, desnorteada, nas trevas tateando... (é sempre escura a estrada, quando a gente vai só). Por toda essa extensão de enganos percorrida, pela enseada de paz para sempre perdida e transformada em pó...
Maldito sejas tu, que por capricho, um dia, do meu ser transformaste a serena harmonia num rugir de paixão.
Maldito sejas tu! Teu riso, tua boca! Para cuja mentira e hipocrisia é pouca a minha maldição.
Maldito sejas tu, que infiltraste em meu sangue todo o calor macio, aveludado e langue da tua voz sem par. Por tudo o que eu perdi por te haver encontrado, pelo tempo tão longo e tão triste passado, em silêncio a chorar...
Maldito sejas tu... Mas, se um dia voltasses, e o remorso no olhar, e lágrimas nas faces, me pedisses perdão, eu, na porta entreaberta e mal iluminada sem nada te dizer, sem perguntar-te nada, te estenderia a mão.
Adelaide Schloenbach Blumenschein
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 00h18
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[da série diálogos reais ou quase]
- E agora? O que faço para acordar? - Se eu te beijar você acorda?
:: farewell
para você que me esqueceu, nem um adeus. nem um aceno, nem palavra que evoque desilusão. para você que me deixou de lado, da próxima vez, um pouco mais de sorte.
[esses dias]
Tem dias que eu preciso esquecer do telefone tem dias que eu preciso te ver.
[volte logo]
Volte e te ligo, você na rua e eu no céu. Volte e te ligo, você margarida e eu no chão Volte e te ligo, você em mim e eu em você
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 00h13
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[da série diálogos reais ou quase]
- É um sorriso. - Né não! - É mais discreto... - Não combina com você ser discreto. - Às vezes sorrisos são que nem vírgulas. Às vezes são reticências. - Esse parece reticências - Acho que geralmente são. Estão sempre no final de um assunto, mas nunca encerram ele. - A gente devia aprtender a encerrar os assuntos com sorrisos...
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 00h05
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"Pedi ao vento pra trazer você pra mim..."
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 23h49
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Estou te amando e não percebo, porque, certo, tenho medo. Estou te amando, sim, concedo, mas te amando tanto que nem a mim mesmo revelo este segredo.

Escrito por †Ëssênciå då morte† às 23h45
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Escrito por †Ëssênciå då morte† às 23h41
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A Lista
Faça uma lista de grandes amigos Quem você mais via há dez anos atrás Quantos você ainda vê todo dia Quantos você já não encontra mais Faça uma lista dos sonhos que tinha Quantos você desistiu de sonhar Quantos amores jurados pra sempre Quantos você conseguiu preservar Onde você ainda se reconhece Na foto passada ou no espelho de agora Hoje é do jeito que achou que seria? Quantos amigos você jogou fora Quantos mistérios que você sondava Quantos você conseguiu entender? Quantos defeitos sanados com o tempo Eram o melhor que havia em você Quantas mentiras você condenava Quantas você teve que cometer Quantas canções que você não cantava Hoje assobia pra sobreviver Quantos segredos que você guardava Hoje são bobos ninguém quer saber Quantas pessoas que você amava Hoje acredita que amam você.
(Oswaldo Montenegro)
Escrito por †Ëssênciå då morte† às 23h38
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