“Assim às vezes, na amplidão silente.
No sono fundo, na terrível calma.
Do Campo-Santo, ouve-se um segredo ardente:
È a saudade! É a saudade...
E o cemitério da alma.
Acorda de repente”.
Pobres crateras emocionais. Fazer o que afinal. Meu fim de semana: bem, passar horas e horas a procura de algo interessante. Descobertas. Medos. Surpresas. E eu que pensei que fosse ser tão diferente. Simplesmente fiquei sem ação. Mas e daí, vou esperar pela resposta aqui... Sentada e enquanto ela não aparecer, espero o mundo, acabar, lá fora...

E maio... já está no final...
Escrito por Menina de Lua às 21h26
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Ah... Noites intermináveis. Ah... Canção que encanta a alma, canções e músicas, qual a diferença enfim? Canção soa mais bonito, e eu sempre pensei assim, por isso ouço canções que me embalam o coração, e poesias! Ah! Estás não acabam nunca, pois estão sempre a nascer, se renovando em mim. Quisera eu ser poeta. Escrever maravilhas e encantar leitores... Nem me expressar eu consigo, mas hoje tem lua cheia lá fora, e aqui dentro uma vontade de escrever qualquer coisa, sem motivo, assim, inesperadamente... É que talvez, amanhã a lua decida não aparecer. E o que vai ser de mim então?
“Não me fales das lágrimas perdidas, Não me fales dos beijos dissipados! Há numa vida humana cem mil vidas, Cabem num coração cem mil pecados (..)”
“Mas as almas não morrem como as flores, Como os homens, os pássaros e as feras: Rotas, despedaçadas pelas dores, Renascem para o sol de novas primaveras E de novos amores...”
Olavo Bilac

Escrito por Menina de Lua às 23h23
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